Turma 2026

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Ao vivo e Online

com 2 intensivos presenciais

Bolsas Parciais

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Uma pós-graduação para quem deseja transformar
práticas, instituições e modos de existir.

A Pós-Graduação do Instituto Gregorio Baremblitt nasce do encontro entre klínica, filosofia, política, educação, arte e práticas coletivas de transformação social.

A formação articula saberes e fazeres da Esquizoanálise, do Esquizodrama e da Análise Institucional com experiências voltadas à saúde mental, à educação, à assistência social, à cultura, às artes, à gestão pública, aos movimentos sociais e à produção de subjetivação.

Trata-se de um território vivo de experimentação ética, estética, política e social.

Inspirada no legado de Gregorio Baremblitt e nas contribuições de autores como Gilles Deleuze, Félix Guattari, René Lourau e Georges Lapassade, assim como de práticas decoloniais, contracoloniais e instituintes, o curso propõe uma formação comprometida com a invenção de novos modos de cuidado, pensamento e vida.

A quem se destina

Profissionais, pesquisadores, trabalhadores e ativistas de múltiplas áreas, como saúde, cuidado, educação, artes e cultura, interessados em mergulhar nas temáticas da pós-graduação.

Não é necessário atuar com esquizoanálise, esquizodrama ou análise institucional para ingressar na formação.

FAÇA JÁ SUA MATRÍCULA!

As matrículas estão abertas com condições especiais para inscritos até 31 de Julho.
Início das aulas: 25 de setembro de 2026

Valor da Matrícula: R$ 250,00*

*Membros do Centro de Estudos IGB, alunas/os/es e ex-alunas/os/es do IGB R$ 220,00

As vagas são limitadas. Reserve sua vaga agora e faça parte desta nova turma

Dinâmica do Curso

Como Funciona a
Pós-Graduação

Uma formação online com duas imersões presenciais para aprofundar teoria, prática e criação coletiva.

AULAS ONLINE

22 encontros online, ao vivo, com gravações disponibilizadas na plataforma do curso.

Uma vez por mês
Sextas: 18h às 22h
Sábados: 9h ás 18h30

Intensivos

2 encontros intensivos presenciais em Belo Horizonte (MG).

Sextas: 18h às 22h
Sábados e Domingos: 9h ás 18h30

Duração

24 meses
(2026 a 2028)

390 horas de formação

INVESTIMENTO

Mensalidades R$650,00*

Até 31 de Julho R$520,00*

*Membros do Centro de Estudos IGB, alunas/os/es e ex-alunas/os/es do IGB pagam R$520,00/mês

*Até 31 de Julho R$494,00

Condição especial para quem se matricular até 31 de Julho

Caso o valor inviabilize sua participação preencha esse formulário

TITULAÇÃO

Especialista em Esquizodrama, Esquizoanálise e Análise Institucional: Klínicas Individual | Grupal | Institucional | Coletivos Sociais

Logo Faciencia

Certificação emitida pela Faculdade FaCiência em parceria com o IGB

Reconhecida pelo MEC
Bolsas e Acesso

COMPROMISSO COM
ACESSO E DIVERSIDADE

O Instituo Gregorio Baremblitt busca ampliar o acesso
à formação crítica e às práticas instituintes.

Acreditamos que a transformação começa
quando mais vozes se multiplicitam.

O que você vai encontrar

Campos de estudo e experimentação

Práticas klínicas, pedagógicas e coletivas inspiradas no legado do Gregorio Baremblitt.

Desejo, micropolítica, cartografias e produção coletiva de vida.

Leitura crítica das instituições e metodologias de transformação institucional.

Mapeamento de territórios subjetivos, afetivos e políticos.

Klínica e Experimentação

Corpo, ecologias, pedagogias e modos inventivos de vida.

Políticas públicas e Coletivos

Práticas de cuidado, movimentos sociais e redes instituintes.

Legado Gregorio Baremblitt

UM LEGADO QUE ATRAVESSA
A AMÉRICA LATINA

Gregorio Baremblitt (1936-2021) foi médico, psiquiatra, terapeuta e escritor argentino radicado no Brasil e uma das principais referências latino-americanas da Esquizoanálise, da Análise Institucional e das práticas instituintes.

Criador do esquizodrama e um dos fundadores do Instituto Gregorio Baremblitt, desenvolveu uma trajetória marcada pelo encontro entre clínica, política, filosofia e transformação social, formando gerações de profissionais e pesquisadores em diversos países.

Seu pensamento segue influenciando áreas como saúde mental, educação, assistência social, cultura, artes e políticas públicas.

NOVA TURMA 2026​

MATRÍCULAS ABERTAS

As inscrições para a 11ª turma da Pós-Graduação Lato Sensu em Esquizodrama, Esquizoanálise e Análise Institucional vão até 31 de Julho. Garantimos um desconto especial para os primeiros inscritos!

Formação reconhecida
pelo MEC

Online com 2 encontros presenciais

Aulas
Mensais

Bolsas
Disponíveis

Comunidade
Latino-americana

Caso o valor inviabilize sua participação preencha esse formulário

PERCURSO DA FORMAÇÃO

Este curso tem por objetivo a formação de esquizodramatistas clínicos e institucionais, esquizoanalistas e analistas institucionais, propiciando uma sólida base teórica, metodológica e técnica/klínica para atuar com indivíduos, grupos, organizações, instituições e coletivos sociais, assim como conhecer e experienciar um novo modo de vida – mais justo, ecológico, solidário e inventivo. Seu enfoque é na abordagem esquizodramática dos diversos saberes e práticas tratados.

Novo paradigma ético-estético-político tecnológico-ambiental e dramático
A concepção de realidade
Principais esquizoemas (conceitos) da esquizoanálise
O Anti-Édipo
Mil Platôs
Contribuições da filosofia, das artes e da literatura
As três ecologias
O método cartográfico de pesquisa
Esquizodrama como uma prática do contemporâneo
Um saber contracolonial, decolonial e libertário
Concepção da realidade
Principais esquizodremas (conceitos) do esquizodrama
Desconstrução do sujeito/indivíduo
Corpo e corporalidades
Sexualidade e gênero
Inter e transseccionalidade
Teoria, método e técnica/klínicas
As cinco clínicas cruciais
A pedagogia klínica
Uma quarta ecologia
Saberes tradicionais e dos povos originários: novas cosmologias e cosmopoéticas
Contribuições da filosofia, das artes e da literatura
Terapias corporais, experiências de transe e uso de psicodélicos
Pensamento e práticas latino-americanas
O método esquizodramático de pesquisa
O Movimento Instituinte: gênese histórica e conceitual
A autoanálise e a autogestão
Tendências mais conhecidas do Movimento Instituinte
Principais conceitos da análise institucional e da intervenção institucional esquizodramática
A pesquisa-intervenção
Roteiros de intervenções institucionais esquizodramáticas
Estudo de experiências
Processos grupais, políticas públicas, coletivos sociais e práticas de cuidado
Grupos, teorias e técnicas: história e pinçamentos de diferentes abordagens
Práticas instituintes nas políticas públicas
História e práticas instituintes dos movimentos/coletivos sociais
Redes e rizomas
Diferentes aplicações da análise institucional, da esquizoanálise e do esquizodrama: na clínica psicoterápica, nas terapias, nas artes, nas intervenções institucionais, nas políticas públicas e nos coletivos sociais.

DATAS DOS ENCONTROS

24 encontros | 390 horas | Aulas mensais

25 e 26 de Setembro/2026 12h
30 e 31 de Outubro/2026 12h
27 e 28 de Novembro/2026 12h
18 e 19 de Dezembro/2026 12h
29 e 30 de Janeiro/2027 12h
26 e 27 de Fevereiro/2027 12h
19 e 20 de Março/2027 12h
23 e 24 de Abril/2027 12h
21 e 22 de Maio/2027 12h
25 e 26 de Junho/2027 12h
23, 24 e 25 de Julho/2027 Imersão Presencial
20h
27 e 28 de Agosto/2027 12h
24 e 25 de Setembro/2027 12h
29 e 30 de Outubro/2027 12h
26 e 27 de Novembro/2027 12h
17 e 18 de Dezembro/2027 12h
28 e 29 de Janeiro/2028 12h
25 e 26 de Fevereiro/2028 12h
24 e 25 de Março/2028 12h
28 e 29 de Abril/2028 12h
26 e 27 de Maio/2028 12h
16 e 17 de Junho/2028 12h
28, 29 e 30 de Julho/2028 Imersão Presencial
20h
25 e 26 de Agosto/2028 12h
O que dizem os alunos das últimas turmas

Vozes que compõem essa trajetória

Gregorio Franklin Baremblitt, o guerreiro do devir... cuidado, insurgências inventivas, utopias libertárias

COORDENAÇÃO GERAL E PEDAGÓGICA

Margarete Amorim

Margarete Amorim

Psicóloga (CRP 4967/04), esquizodramatista, doutora em Psicologia Social e mestre em Educação. Cofundadora do Instituto Gregorio Baremblitt, atua na formação, clínica, pesquisa e intervenção institucional há mais de quatro décadas.

COORDENAÇÃO EXECUTIVA

Bruno Victor Melo

Bruno Victor Melo

Filósofo, doutor em Filosofia pela UFMG, pós-graduado em Saúde Mental, pesquisador do LEPE/IGB e terapeuta. Atua na interface entre esquizoanálise, esquizodrama, fenomenologia e filosofia política, desenvolvendo pesquisas e práticas klínicas.

Mônica Barbosa

Mônica Barbosa

Doutora em Sociologia pela UFRGS, mestre em Desenvolvimento e Gestão Social pela UFBA, cientista social e jornalista formada pela UNESP. É esquizoanalista e esquizodramatista formada pelo Instituto Gregório Baremblitt (IGB).

CORPO DOCENTE

faq | Pós-Graduação em Esquizodrama, Esquizoanálise e Análise Institucional

Turma 2026 | Instituto Gregorio Baremblitt (IGB) e Faculdade Faciência

É uma especialização lato sensu em Esquizodrama, Esquizoanálise e Análise Institucional – Klínica Individual, Grupal, Institucional e de Coletivos Sociais, promovida pelo Instituto Gregorio Baremblitt (IGB), em parceria com a Faculdade Faciência.

Sim. A certificação é emitida pela Faculdade Faciência, instituição credenciada pelo MEC.

360 horas, distribuídas entre encontros online, intensivos presenciais e atividades complementares.

A modalidade é híbrida, combinando atividades online ao vivo e dois encontros presenciais em Belo Horizonte (MG).

Não. O curso é transdisciplinar e acolhe profissionais de diversas áreas.

Profissionais de psicologia, educação, assistência social, saúde, comunicação, ciências sociais, gestão pública, artes, integrantes de movimentos sociais e áreas afins.

Sim. O currículo contempla práticas institucionais, coletivos sociais e políticas públicas.

A esquizoanálise é uma proposta teórico-prática criada por Gilles Deleuze e Félix Guattari em O Anti-Édipo: capitalismo e esquizofrenia (1972). Ela produz uma crítica à redução do desejo aos limites do “complexo de Édipo” e das relações familiares, ao propor uma compreensão do desejo em sua dimensão produtiva, social e política. A esquizoanálise pergunta: como o desejo funciona? O que ele produz? A serviço de quais formas de vida ele se coloca? Sua prática busca favorecer processos de criação e libertação das forças desejantes capturadas por modos de organização que reproduzem a dominação, submissão e o controle. Sua tarefa é analisar os investimentos do desejo no campo social, distinguindo seus polos reacionários e revolucionários e se constituindo como uma prática clínica, ética, política e social, voltada à invenção de modos de vida mais livres e afirmativos.

O esquizodrama é uma proposta de intervenção clínico-institucional criada por Gregorio Baremblitt na década de 1970, na Argentina, e desenvolvida posteriormente no Brasil, em diálogo com colaboradores e coletivos de formação e pesquisa. Constitui-se como uma práxis ético-estético-política, com produção teórica, metodológica e técnico-klínica próprias. Inspirado, entre outras fontes, pela esquizoanálise, pela análise institucional, pelas artes, pelas terapias corporais, pelos saberes tradicionais e pelas experiências latino-americanas de resistência, o esquizodrama busca criar condições para a emergência de novos modos de sentir, pensar, agir e viver.

A análise institucional é um campo teórico-prático surgido na França, especialmente a partir das contribuições de autores como René Lourau e Georges Lapassade, voltado à compreensão e transformação das instituições e dos processos que atravessam a vida coletiva. Investiga os modos pelos quais normas, valores, relações de poder e formas de subjetivação se produzem e se reproduzem no cotidiano. No âmbito do esquizodrama, a análise institucional torna-se uma importante ferramenta de intervenção, favorecendo processos pelos quais grupos, organizações e coletivos sociais possam perceber suas implicações, questionar hierarquias cristalizadas e criar alternativas para os impasses vividos no presente.

A escrita Klínica, com K, expressa uma diferenciação da noção tradicional de clínica, e se Inspirada no conceito de Klinamen (ou clinamen), criado pelo filósofo e poeta grego Lucrécio (98-55 a.C.). Klinamen expressa o desvio imprevisível dos átomos, sem o qual nada de novo surgiria. No contexto do Esquizodrama, remete a práticas voltadas à invenção de novos modos de existência e à potência de interromper automatismos, romper repetições e produzir deslocamentos criativos. A Klínica é, assim, uma prática orientada pela criação e pela afirmação da vida, que busca favorecer klinamens individuais e coletivos.

A articulação entre teoria, experimentação e intervenção, reunindo três campos  – esquizodrama, esquizoanálise e análise institucional. O curso aposta em metodologias participativas e inventivas, inspiradas na Pedagogia Klínica, que estimulam a produção coletiva do conhecimento e a implicação ativa dos estudantes em seus próprios processos formativos. Laboratórios de esquizodrama, covisão, assembleias, pesquisa-intervenção e dispositivos vivenciais integram o percurso pedagógico.

Com um corpo docente formado por esquizodramatistas, esquizoanalistas, analistas institucionais, pesquisadores e profissionais com experiência em campos como saúde mental, educação, políticas públicas, clínica, pesquisa-intervenção e movimentos sociais, as aulas incluem exposições dialogadas, estudos de caso, laboratórios, seminários, assembleias e atividades vivenciais.

Espaços de experimentação coletiva nos quais conceitos e práticas são vivenciados.

É um dos dispositivos klínicos utilizados na formação esquizodramática e consiste em um espaço coletivo de reflexão, análise e elaboração compartilhada das experiências vividas pelos participantes em seus diferentes campos de atuação. Para além da supervisão técnica, trata-se de um processo horizontal de produção de saberes, no qual os conhecimentos emergem do encontro entre múltiplos olhares, afetos, percursos profissionais e modos singulares de compreender a realidade.

Em cinco platôs: Esquizoanálise; Esquizodrama; Análise Institucional; Processos Grupais,  Políticas Públicas e Movimentos Sociais; Covisão.

Campos intensivos de produção de conhecimento inspirados em Deleuze e Guattari.

Elaborar projetos de intervenção; atuar com atendimentos individual, grupal,  Institucional e coletivo; trabalhar em equipes transdisciplinares;  desenvolver pesquisa-intervenção.

Clínica, educação, saúde coletiva, assistência social, gestão pública, movimentos sociais e consultorias.

Por participação, trabalhos individuais e coletivos, seminários, laboratórios e autoavaliação.

Não. A proposta privilegia processos avaliativos contínuos e participativos.

75% em cada disciplina.

Sim, bolsas parciais para pessoas trans, travestis, negras, indígenas e em vulnerabilidade socioeconômica.

Por meio do formulário disponibilizado pelo IGB, com envio da documentação exigida.

Se você busca uma formação transdisciplinar comprometida com a invenção de modos de vida mais solidários e criativos, sim.

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Instituto Gregorio Baremblitt

Instagram:
@inst_baremblitt

Coordenação Geral:
Margarete Amorim

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